Autor: Ana Elizabete Mazon de Souza Tesserolli
NRE: Área Metropolitana Norte Município: Piraquara
Colégio Estadual “Prof. Mário Brandão Teixeira Braga”
Disciplina: Geografia ( ) Ensino Fundamental ( X) Ensino Médio
Disciplina da relação interdisciplinar 1: Arte
Disciplina da relação interdisciplinar 2: Química

40% do que nós compramos é lixo!

O que fazer com tanto lixo? Qual o seu destino?

O lixo

Vivemos numa sociedade que consome, ou usa, muitos recursos. É a chamada “sociedade de consumo”, presente principalmente nos países capitalistas. Esses países desenvolveram um estilo de vida que exige muitos produtos, como carros, televisores, móveis, refrigeradores, livros e cosméticos. Esse estilo de vida consome muitos recursos naturais.

Mas nem sempre foi assim. Durante a Segunda Guerra Mundial, os materiais e recursos eram escassos, porque os sistemas de comércio não funcionavam – ou não podiam funcionar. Os países tiveram de racionar alimentos e outros produtos, como o petróleo, e o povo foi encorajado a conservar e reciclar materiais.

Depois da Segunda Guerra Mundial, a população do mundo aumentou consideravelmente. As cidades cresceram, porque houve uma tendência à urbanização, causada pela população rural que deixou o campo em busca da vida na cidade. Esse aumento de população urbana exigiu um aumento no abastecimento de alimentos e bens nas cidades. As pessoas desejam ter uma boa alimentação e artigos de luxo, como freezers e videocassetes. Na cidade, os sistemas naturais de reciclagem não funcionam adequadamente, pois há uma enorme quantidade de lixo que os sobrecarrega.

O que é o lixo? Quais os tipos de lixo?

Lixo – são restos das atividades humanas, consideradas pelos geradores como inúteis, indesejáveis ou descartáveis. Normalmente, apresentam-se sob estado sólido, semi-sólido ou semi-líquido.

A classificação é feita da seguinte forma:

  • por sua natureza física: seco e molhado;
  • sua composição química: matéria orgânica e matéria inorgânica e
  • pelos riscos potenciais ao meio ambiente: perigosos, não-inertes e inertes

Na classificação pela origem, temos:

Domiciliar: Aquele originado da vida diária das residências (cascas de frutas, verduras etc.), produtos deteriorados, jornais e revistas, garrafas, embalagens em geral, papel higiênico, fraldas descartáveis, etc. Contém ainda, resíduos que podem ser tóxicos.

Comercial: Formado por resíduos de restaurantes, açougues, lanchonetes, escritórios, lojas, hotéis, etc. Além de alimentos, contém papel, papelão, plástico, embalagens de madeira, vidro, etc.

Industrial: Formado por resíduos de atividades industriais (incluindo a indústria da construção), esse tipo de lixo é responsável por muitos impactos ambientais. São considerados lixos industriais:

- Produtos químicos, ácidos, mercúrio, chumbo, dióxido de enxofre, gases oxidantes, alcatrão, buteno, benzeno, cloro, agrotóxicos.

- Drogas e tetraciclinas.

Público: Proveniente da limpeza das ruas. Nesse caso, consideramos objetos deixados pelas ruas (carros, pneus, cadeiras, brinquedos, eletrodomésticos), galhos de árvores, detritos de feiras livres, etc.

Hospitalar: Formado por resíduos de hospitais: seringas descartáveis, ampolas, curativos, material cirúrgico, restos de laboratório, etc. Podemos considerar nessa categoria resíduos sólidos de clínicas de radioterapia, radiologia, quimioterapia e medicina nuclear.

Atômico: o lixo atômico são os resíduos produzidos pelas usinas nucleares. Como são materiais radioativos e, portanto, perigosíssimos, livrar-se deles constitui um enorme problema. Costuma-se colocá-los em caixas de concreto hermeticamente fechadas, que são enterradas ou jogadas no mar. O problema é que hoje em dia nenhuma região quer sediar depósitos subterrâneos de lixo atômico, que podem contaminar essa área e até serem desenterrados por alguém no futuro, numa falha de vigilância. E nos mares existe o problema da corrosão dessas caixas que com o tempo poderão se abrir e provocar grande contaminação das águas.

O Japão é um dos únicos países do mundo que construiu usinas de reciclagem do lixo atômico, destinadas a reaproveitar parte desse material e descontaminar a outra parte inaproveitada. Por isso o Japão até “importa” – ou melhor, recebe de outros países, cobrando para isso – uma parte do lixo atômico de alguns países.

Portos, aeroportos, terminais rodoviários e ferroviários: Constitui os resíduos sépticos, ou seja, aqueles que contém ou podem conter germes patogênicos, trazidos aos portos e terminais rodoviários e aeroportos. Basicamente, originam-se de material de higiene, asseio pessoal e restos de alimentação que podem veicular doenças provenientes de outras cidades, estados e países.

Agrícola: Resíduos sólidos das atividades agrícolas e da pecuária, como embalagens de adubo, defensivos agrícolas, ração, restos de colheita, etc.

Entulho: Resíduos da construção civil: demolições e restos de obras, solos de escavações, etc. O entulho é geralmente um material inerte, passível de reaproveitamento.

Produção de Resíduos

MUNDO – 2,3 bilhões de t/ano

EUA – 200 milhões de t/ano

BRASIL – 83 milhões de t/ano

NOVA IORQUE – é a primeira cidade em produção de resíduos com 13 mil t/dia

SÃO PAULO – é a terceira cidade em produção de resíduos com 12.500 mil t/dia

Fonte: Programa Agrinho – SENAR-PR, 2003.

No lixo urbano é grande a variedade de produtos com substâncias com características de inflamabilidade, corrosividade, óxido-redução ou toxidade. Pilhas, lâmpadas fluorescentes e frascos de aerosóis estão presentes em quantidades significativamente maiores em relação a outros resíduos perigosos, em grandes cidades.

Efeitos causados ao homem por alguns metais
Elemento Onde é encontrado Efeitos
equipamentos e aparelhos elétricos de medida; distúrbios renais;
produtos farmacêuticos; distúrbios neurológicos;
lâmpadas de neon, fluorescente e de arco de efeitos mutagênicos;
mercúrio; alterações no metabolismo;
interruptores; deficiências nos órgãos sensoriais.
Mercúrio baterias/pilhas;
tintas;
amaciantes;
anti-sépticos;
fungicidas;
termômetros.
baterias/pilhas; dores reumáticas e miálgicas;
plásticos; distúrbios metabólicos
Cádmio ligas metálicas; osteoporose;
pigmentos; disfunção renal.
papéis;
resíduos de galvanoplastia.
tintas, como as de sinalização de rua; perda de memória;
impermeabilizantes; dor de cabeça;
anticorrosivos; irritabilidade;
cerâmica; tremores musculares;
Chumbo vidro; lentidão de raciocínio;
plásticos; alucinação;
inseticidas; anemia;
embalagens; depressão;
pilhas; paralisia;

Fonte: “Manual de Gerenciamento Integrado”, Cempre, 1995, p.34.

A degradação do lixo urbano

Diante de tudo o que se descarta sem maior preocupação, em qualquer lugar e todos os dias, é surpreendente que o nosso planeta Terra não fique coberto por uma mal cheirosa camada de dejetos. Isso só não acontece graças ao processo natural de biodegradação. Por meio dele, bactérias, leveduras, fungos e outros micróbios se alimentam da matéria orgânica do lixo, transformando-o em compostos mais simples que são devolvidos ao meio ambiente, inclusive alguns na forma de nutrientes.

A Química nos explica que a matéria orgânica é formada de extensas cadeias de carbono à qual se penduram outros átomos. Os microorganismos quebram a cadeia junto ao carbono e aproveitam a energia encerrada na ligação química. Os micróbios tendem a quebrar o maior número de ligações e arrancar do composto original a maior quantidade possível de energia. Por isso, é que no final restam materiais extremamente simples.

Cadeia carbônica: seqüência de carbonos unidos entre si por ligações simples, duplas ou triplas, podendo ser abertas ou fechadas, aromáticas ou não. Uma cadeia carbônica aromática é aquela que possui um anel aromático ou benzênico.

Mas isso depende do tipo de material e do tipo de degradação existente. Quando ela é aeróbica, a qual utiliza oxigênio, o processo é muito eficiente. Seus subprodutos são elementos como nitrogênio e o enxofre, anteriormente pendurados nas cadeias de carbono. Na decomposição anaeróbica, sem oxigênio e, portanto menos eficiente, os subprodutos são mais complexos como o gás metano e gás sulfídrico. Daí o mau cheiro observado ao redor do lixo caseiro. Esse trabalho minucioso pode durar alguns dias ou milhares de anos. Depende do tipo de material do qual é constituído o lixo.

De todo o lugar sai lixo? E se a este for dado um destino final inadequado?

Lixões: Uma deplorável realidade. Depósitos a céu aberto ainda são o principal método de disposição de lixo em muitas cidades. Essa disposição inadequada acarreta uma série de problemas para a saúde (pública) humana e para a produtividade, além do desperdício de recursos que poderiam ser utilizados (reciclagem) e do comprometimento de reservatórios naturais (rios, nascentes).

Pesquise se há lixões em sua cidade, como o lixo é tratado e quais as conseqüências para o meio ambiente.

Aterros Sanitários: É o lixão sofisticado! Entretanto, se todos os critérios legais para a instalação de um aterro fossem respeitados, a crítica não procederia. Uma vez escolhida e desmatada a área, a implantação de um aterro deveria passar pelas seguintes fases: identificação do lençol freático e das nascentes da região; drenagem das nascentes; terraplanagem; camada de proteção e instalação da manta de impermeabilização do solo; camada de proteção da manta, feita com solo; destinação do chorume (líquido de cor preta, mal cheiroso e de elevado potencial poluidor produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo): drenos de fundo e lagoas de tratamento.

Usinas de Triagem / Compostagem: Consiste na separação dos materiais de lixo, após coleta normal e transporte, em locais apropriados. As usinas de compostagem associadas às usinas de reciclagem começaram a ser instaladas no Brasil em 1963.

No processo, há uma prévia separação de materiais encontrados no lixo: metais, papelão, trapos, plásticos, vidros – e esses são destinados aos aterros ou usinas de reciclagem. A matéria orgânica restante (aproximadamente 50%), transforma-se num fertilizante orgânico que é chamado composto (produto homogêneo e pasteurizado, com cheiro e aspectos semelhantes ao da terra vegetal). É ótima fonte de matéria orgânica, com diversos micro-nutrientes essenciais à agricultura e jardinagem.

Incineradores: a eliminação do lixo pela ação do fogo é uma prática muito antiga. Nas áreas rurais, costuma-se queimar restos de galhos e poda para limpar terrenos para plantio. A ação do fogo reduz sensivelmente o volume do lixo, impede a disseminação de doenças (principalmente no caso do lixo hospitalar) e as cinzas resultantes – cerca de 30% do volume inicial – pode ser mais facilmente destinada. Outra vantagem é que não há necessidade de utilizar combustível para alcançar a temperatura correta (800° C) já que o lixo urbano é constituído por grandes quantidades de plástico e papel.

Por outro lado, a incineração sem controle dos produtos pode resultar em grande fonte de poluição. Portanto, os vapores da combustão devem ser tratados em filtros e torres de lavagem, para depois serem liberados na atmosfera através de chaminés, cujas alturas devem ser determinadas após observar as condições de clima e topografia da área.

Reciclagem: é um processo industrial que converte o lixo descartado em produto semelhante ao inicial ou outro. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando. RECICLAR significa RE (repetir) + CYCLE (ciclo). O primeiro passo é deixar de enxergar o lixo como uma coisa suja e inútil, percebendo que ele é fonte de riqueza e que para ser reciclado, precisa ser separado. A forma mais simples de separar o lixo é em orgânico e inorgânico (lixo molhado / lixo seco).

Hoje uma grande quantidade de resíduos podem ser reciclado ou reaproveitado, mas é importante que se tenha uma postura de diminuir a quantidade de “lixo”, assim, antes de reciclar pensar em reduzir o consumo dos produtos que poluam o meio ambiente, depois pensar na reutilização, a última alternativa é a reciclagem.

Pense no resíduo da sua compra antes de comprar. Às vezes um produto um pouco mais caro tem uma embalagem aproveitável para outros fins, ou aquele produto que tenha menos embalagem.

Veja na tabela abaixo o que é reciclável e qual as vantagens que levamos a permitir que isto ocorra.

Papel (Decomposição: 3 a 6 meses)

O papel é feito tradicionalmente de fibras vegetais. Para a produção de 1 tonelada de papel, gastam-se quase 100 mil litros de água tratada, muita energia e mais de 50 árvores adultas. Quando se aproveita o papel já usado, os gastos são extremamente reduzidos: economia de 50% a 80% de energia e o corte de 20 a 30 árvores são poupados. Nas grandes cidades, quase 25% do lixo é constituído de papel e o Brasil, por incrível que pareça, ainda importa papel de outros países.

Vantagens da reciclagem: preservação de recursos naturais, economia de água e energia.

Papel não reciclável – vegetal, celofane, encerados, papel-carbono, fotografias, papéis sanitários usados e fraldas descartáveis, sendo assim, evite usá-los.

Plástico: (Decomposição: mais de 100 anos)

Sem dúvida, foi o grande vilão do lixo no século XX. Até a sua utilização, o lixo era biodegradável ou reciclável. Uma garrafa plástica demora mais de cem anos para virar pó. Sacos plásticos demoram de trinta a quarenta anos.

Da década de 50 para cá, os plásticos conquistaram o mercado das embalagens devido ao baixo custo. Por muito tempo se negligenciou o problema de descarte desses materiais; seu fim era e ainda tem sido, na maioria dos casos, os aterros sanitários, diferentes dos vidros, que geralmente são reutilizados, e do papel, que é biodegradado no meio ambiente. Atualmente, o interesse de vários segmentos industriais no reaproveitamento de diversos tipos de plástico vem crescendo. Da sua reciclagem pode-se obter: solas de tênis e sapatos, interruptores de tomadas, baldes, mangueiras, etc.

Vantagens da reciclagem: em lixões, o plástico pode queimar, indevidamente, e sem controle. Em aterros sanitários, dificulta a compactação e prejudica a decomposição dos elementos degradáveis.

Plástico não reciclável – Celofane, embalagens plásticas metalizadas, plásticos usados na indústria eletroeletrônica e na produção de computadores, telefones e eletrodomésticos, sendo assim, evite usá-los.

Vidros (Decomposição: mais de 4.000 anos)

Desde 1986, a indústria de vidro no Brasil desenvolve um programa de reciclagem permanente, baseado num processo de educação e instalação dos chamados “papa-vidros” em diversos locais públicos e privados. O programa contempla um suporte técnico na criação de centros de tratamento, para onde é encaminhado o material vítreo coletado o qual é selecionado, descontaminado, esmagado, lavado e, finalmente, encaminhado para a indústria, onde novamente será reutilizado como matéria-prima no fabrico de novos vidros.

No Brasil, o vidro ainda corresponde a 3% dos resíduos urbanos, mas é bem possível que essa porcentagem diminua, porque o vidro é um material 100% reciclável, por uma tecnologia simples, barata e consagrada, que mantém excelente qualidade dos novos produtos gerados a partir da sucata, além de haver interesse financeiro da indústria e conscientização da população. O Brasil produz atualmente cerca de 890 embalagens de vidro por ano. Cerca de 25% desse total provém de matéria-prima reciclada.

Vantagens da reciclagem: pode ser reutilizado porque sua esterilização tem alto grau de segurança.

Vidro não reciclável – Espelhos, vidros de janelas e de automóveis, tubos de televisão e válvulas, ampolas de medicamentos, cristal, vidros temperados planos ou de utensílios domésticos.

Metais (Não se decompõe)

Para fabricar o alumínio metálico, usa-se como matéria-pima o minério de alumínio, conhecido como bauxita. O Brasil tem uma das maiores reservas do mundo, estimada em 870.000 toneladas. O grande nó desse produto é que ele é eletrolítico. É a corrente elétrica que possibilita tal façanha. Gasta-se muita energia elétrica, que é cara, para produzir alumínio. Por isso se diz que o alumínio metálico tem altíssimo conteúdo de energia.

Quando reintroduzimos o alumínio metálico na linha de produção, reaproveitando, por exemplo, as latinhas de refrigerante, poupamos muita energia, o que significa redução de custos. Reutilizando alumínio já produzido, conseguimos uma economia da ordem de 96% da energia necessária para produzir o minério.

Vantagens da reciclagem: evita a retirada de minérios do solo, minimizando o impacto ambiental acarretado pela atividade mineradora e reduz o volume de água e energia necessário para a produção de novos produtos.

Lixo orgânico (Decomposição: 6 a 12 meses)

Vantagens da reciclagem: a compostagem de resíduos orgânicos – adubo com grande capacidade de reposição de sais minerais e vitaminas.

Para os detritos inorgânicos, a reciclagem aparece como uma ótima opção. Plásticos, papéis e papelões, vidros e latas de alumínio estão entre os materiais recicláveis. As embalagens plásticas de refrigerante, suco e água, chamadas PETs, são extremamente nocivas ao meio ambiente, mas podem ser reaproveitadas com um sistema de coleta seletiva (produtos separados) e reciclagem. O principal obstáculo para a coleta seletiva é que aumenta o custo: exige mais caminhões, mais pessoas e mais tempo para o transporte do lixo.

Fonte: http://www.achetudoeregiao.com.br/ANIMAIS/reciclagem_de_lixo.htm

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A Arte de Reciclar

O papel da arte na reciclagem visa a conscientização quanto ao problema do meio ambiente e dos recursos naturais limitados do nosso planeta nos tempos atuais, em conseqüência do lixo urbano, sua relação com a qualidade de vida nas cidades e como cada indivíduo poderá agir para ajudar a diminuir o problema e começar a resolvê-lo.

Toda e qualquer mudança implica num determinado tempo de amadurecimento e sobretudo, de aceitação das novas idéias, das novas realidades, que sacodem e ameaçam as velhas e pesadas estruturas historicamente consolidadas.

A arte descobre os símbolos de uma época que por sua vez exerce sua influência na sociedade. Estamos num processo onde colocamos em risco a continuidade da existência da humanidade. É preciso usar mais sabiamente os recursos materiais e dar uma maior ênfase na reciclagem, como o movimento Assemblage ou ambiente que mistura nas suas obras tridimensionais diferentes materiais artísticos, com materiais reciclados, detritos e produtos industriais, tirados do seu contexto habitual.

TAMANHO: 1,00 X 0,70 DESCRIÇÃO: tela com aplicação de aros com técnicas artesanais e alumínio. Fonte:http://www.artcanal.com.br/artefeita/pag-base.html

Em 2003 as amigas Mirian R. Rego e Vânia C. A. Teixeira resolveram se enveredar no caminho das artes e criaram a Arte Feita, um ateliê onde criam suas obras.

Em seus trabalhos exploram as formas, cores, texturas e materiais da natureza.

Sempre atentas a novas técnicas e tendências, utilizam os mais variados materiais, incluindo alumínio, pedras e minerais brasileiros (ágata, citrino, cristal e mica) e alguns materiais recicláveis (jornal, filtro de café, etc.) aplicados nas telas com muito bom gosto, o que muitas vezes dificulta serem identificados. O estilo das artistas, por muitos, é denominado “assemblage”, onde a colagem predomina dando impressão que seus trabalhos saltam das telas.

http://www.artcanal.com.br/artefeita/pag-base.html

.Conscientização da População

Limpar uma rua é diferente de manter uma rua limpa. Ruas limpas, cestinhos de coleta implantados, campanhas permanentes de educação e uma rigorosa fiscalização no cumprimento das posturas municipais funcionam como aspectos inibidores para as pessoas que estão acostumadas a jogar lixo em qualquer lugar.

A limpeza das calçadas e das ruas não depende apenas da atuação da prefeitura e,sim, principalmente, da educação e conscientização da população. Deve-se promover campanhas de educação junto à comunidade para que o lixo seja colocado nos cestos de rua. Papéis, embalagens, palitos, cigarros e outros objetos, comumente lançados nas calçadas, podem ser facilmente colocados num cesto, mantendo a aparência limpa da rua e valorizando a cidade como um todo. A limpeza das ruas é um fator importante na atração de turistas, que reparam em detalhes dos locais que visitam

Leia, reflita e debata com os colegas chegando a uma proposta de como diminuir a quantidade de “ lixo”.

“Quanto mais rico, mais sujeira”.

“O lixo é um indicador curioso do desenvolvimento de uma nação. Quanto mais pujante for a economia, mais sujeira o país vai produzir. É sinal de que as pessoas estão consumindo mais”.

Justifique a frase: “A melhor solução para destinação final do lixo é ter menos lixo; a reciclagem é indispensável”.

Saiba mais sobre a reciclagem do lixo acessando o site: http://www.cempre.org.br

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, Lucia Marina Alves e Rigolin, Tercio. Geografia, Série Novo Ensino Médio, Vol. Único. São Paulo, Àtica, 2003.

IBONEZ, Solange e Pugirá, Marcos. Apostila Meio Ambiente, GBS, São Paulo, 2003.

Manual de Gerenciamento Integrado, Instituto de Pesquisa Tecnológica. Cempre. Rio de Janeiro, 1995.

Revista Eletrônica de Ciências, Número 18, Abril de 2003.

SARDELLA, Antonio.Química, Série Novo Ensino Médio, Volume Único. São Paulo, Ática, 2003.

TORRES, Patrícia Lupion. Uma Leitura para os Temas Transversais. Curitiba, SENAR-PR, 2003.

VESENTINI, José W. Geografia Geral e do Brasil, Sociedade e Espaço. São Paulo, Àtica, 2003.

http://www.conhecimentosgerais.com.br/preserveomundo/lixo-e-reciclagem/fazendo-a-limpeza.html. Acesso em: 24 Nov.2004.

http://www.cempre.org.br

http://www.demaiocom.com.br

http://www.federativo.bndes.gov.br

http://www.achetudoeregiao.com.br

http://www.cdcc.sc.usp.br/ciencia/artigos/art_18/lixourbano.html

http://www.revistagavea.com.br/3/pelagavea.htm.

http://www.artefeita.net

A tecnologia tem sido uma forma de inclusão ou exclusão de alunos e professores em sua escola?

ESCOLA DE REDE é uma ferramenta tecnológica criada para auxiliar no processo de ensino-aprendizagem dos alunos da rede pública do Estado do Paraná. www.escoladerede.com.br